CHILE

Geral: Oficialmente República do Chile, é um país da América do Sul, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Faz fronteira ao norte com o Peru, a nordeste com a Bolívia, a leste com a Argentina e a Passagem de Drake, a ponta mais meridional do país. É um dos dois únicos países da América do Sul que não tem uma fronteira comum com o Brasil, além do Equador. O Chile, que até então parecia estar relativamente livre da instabilidade política e do surgimento de governos autoritários que atingiam o resto do continente sul-americano, suportou 17 anos de uma rígida ditadura militar (1973–1990), uma das mais sangrentas do século XX na América Latina, que matou mais de três mil pessoas.

Sociedade e Meio Ambiente: A economia do Chile durante as décadas de 1970 e 1980 foi caracterizado por uma elevada e persistente hiperinflação e destaca-se por uma liberalização econômica durante a década de 1990. O cobre responde por metade das suas exportações. Não tem produção industrial com valor agregado. Carece de diversificação de produtos e por isso se concentra no cobre. Tem recursos energéticos muito limitados, o que tem sido um fator chave para o baixo crescimento econômico nos últimos anos. O país depende inteiramente de gás e petróleo estrangeiro, o que o torna muito vulnerável à variação dos preços internacionais e da disponibilidade desses recursos no mercado externo. 

Rio 92: A delegação do Chile mostrou-se preparada para cooperar ao máximo e se compromete a assumir e cumprir os compromissos exigidos para deter a deterioração da terra e alinhar o desenvolvimento ao uso racional e à conservação dos recursos naturais. Acreditam que a proteção ambiental não deve ser apresentada como um obstáculo ao desenvolvimento, mas como um dos elementos do desenvolvimento e que quando falamos em desenvolvimento sustentável, estamos pensando em crescimento econômico aliado a equidade social e preservação e cuidado dos recursos naturais. Foram compartilhadas, durante a Conferência, as questões levantadas pelo Presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento sobre os custos do desenvolvimento para cada país, baseados nas ideias de justiça e responsabilidade e na exigência de que as nações que têm mais recursos, porque alcançaram um nível mais elevado de desenvolvimento, muitas vezes usando indevidamente seus recursos naturais ou de outros, contribuam com mais recursos para permitir os investimentos ambientais necessários nos países em desenvolvimento.

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